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'Eu sou Marine!', extrema direita europeia apoia Le Pen após condenação
Liderados pela Hungria, vários representantes da extrema direita na Europa denunciaram, nesta segunda-feira (31), a condenação e inabilitação política da líder ultradireitista Marine Le Pen, por desvio de fundos públicos quando era eurodeputada.
O Kremlin se juntou às vozes que consideraram a sentença uma injustiça. "Cada vez mais capitais europeias seguem o caminho da violação das normas democráticas", reagiu o porta-voz da presidência russa, Dmitri Peskov.
A líder do Reagrupamento Nacional (RN) teve seu futuro político comprometido após três tentativas fracassadas de chegar à presidência, e era considerada uma das favoritas ao posto para a eleição presidencial de 2027.
"Eu sou Marine!", escreveu na rede social X o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orban.
Para o premiê nacionalista, ela agora se junta aos "patriotas" que foram vítimas de um complô, como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ou o vice-ministro italiano Matteo Salvini.
O líder do partido A Liga, que teve problemas judiciais em seu país, também expressou seu apoio à Le Pen. "Não deixamos nos intimidarem, não deixamos que nos parem: Vamos com tudo, minha amiga", escreveu.
Também denunciou o que considerou como uma "declaração de guerra de Bruxelas", que, segundo ele, foi a raiz da condenação de Le Pen, acusada por pagar com o dinheiro do Parlamento Europeu os funcionários de seu partido.
- Cenário romeno -
"Não conseguirão calar a voz do povo francês", declarou o líder do partido de extrema direita espanhol Vox, Santiago Abascal, que havia convidado a eurodeputada francesa a Madri em fevereiro, juntamente com Orban e outros líderes do grupo parlamentar Patriotas pela Europa, fortalecidos pelo retorno de Trump à Casa Branca.
Na Holanda, o líder do partido de extrema direita que lidera a coalizão, Geert Wilders, classificou a sentença como "incrivelmente dura".
"Estou convencido de que ganhará o recurso (de apelação) e se tornará presidente da França", declarou ele no X.
Este cenário, no qual a política foi inabilitada de ocupar cargos públicos por cinco anos, recorda os recentes acontecimentos políticos na Romênia, onde o candidato de extrema direita Calin Georgescu foi excluído da corrida presidencial pelo Tribunal Constitucional.
Georgescu venceu no primeiro turno da eleição de 24 de novembro, mas a votação foi posteriormente anulada em uma decisão incomum na União Europeia.
Alegando um "golpe de Estado", o candidato obteve o apoio do assessor próximo de Trump, Elon Musk, enquanto o vice-presidente dos EUA, JD Vance, condenou as autoridades romenas por terem "tanto medo de seu povo que o silenciaram".
Segundo o líder político sérvio da Bósnia, Milorad Dodik, "os tribunais se tornaram as ferramentas daqueles que temem a democracia".
"Marine Le Pen foi condenada porque é uma ameaça a um sistema que não sabe perder", disse Georgescu, que foi recentemente condenado pelo Judiciário bósnio a uma pena de prisão e proibido de ocupar cargos públicos.
burs-anb/jp/pb/mb/yr
P.Queiroz--PC