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Condenação judicial deixa líder da extrema direita francesa fora da eleição presidencial de 2027
A líder de extrema direita Marine Le Pen não poderá se candidatar à eleição presidencial na França em 2027, depois que a Justiça a condenou, nesta segunda-feira (31), e a tornou inelegível por desvio de fundos públicos quando era eurodeputada.
Todas as atenções estavam voltadas para a decisão do Tribunal Correcional de Paris, em particular porque a política, de 56 anos, era apontada como uma das favoritas para a próxima eleição presidencial, que não terá a candidatura do presidente centrista Emmanuel Macron, que está em seu segundo mandato.
A Justiça impôs cinco anos de inabilitação para o direito de sufrágio passivo, que se aplicaria mesmo em caso de recurso, e quatro de prisão, embora ela tenha apenas a obrigação de cumprir dois anos em regime domiciliar e com tornozeleira eletrônica.
"O objetivo é garantir que os representantes eleitos, como todos os cidadãos, não se beneficiem de um tratamento preferencial", afirmou a presidente do tribunal, Bénédicte de Perthuis.
Depois de conversar rapidamente com seu advogado, a líder parlamentar do partido Reagrupamento Nacional (RN) deixou o tribunal sem esperar o anúncio das penas. Às 20h00 (15h00 de Brasília), ela concederá uma entrevista ao canal TF1.
A Justiça julgou, entre setembro e novembro, Marine Le Pen, seu partido e outras 24 pessoas por supostamente pagar com o dinheiro do Parlamento Europeu os funcionários de sua legenda entre 2004 e 2016.
Segundo a investigação, o partido iniciou de "forma coordenada e deliberada" um "sistema de desvio" dos 21.000 euros (22.700 dólares, 130.000 reais) que cada eurodeputado recebe por mês para pagar seus assistentes parlamentares.
O tribunal considerou que estas pessoas trabalharam na realidade para o partido Frente Nacional (FN), rebatizado como RN em 2018, que teria economizado quantias importantes de dinheiro com esta prática proibida pela legislação europeia.
- "Eu sou Marine!" -
Marine Le Pen sempre defendeu sua inocência e, em novembro, quando foi divulgado o pedido das penas pelo Ministério Público, ela denunciou que buscavam sua "morte política". Na ocasião, recebeu apoio do atual ministro da Justiça, Gérald Darmanin.
A líder da normalização da extrema direita na França, após assumir o controle do partido das mãos de seu pai Jean-Marie Le Pen em 2011, recebeu nesta segunda-feira o apoio de seus aliados nacionais e internacionais.
"Eu sou Marine!", escreveu na rede social X o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orban. O porta-voz da presidência russa, Dmitri Peskov, disse que "cada vez mais capitais europeias seguem o caminho da violação das normas democráticas".
Para o vice-primeiro-ministro italiano, Matteo Salvini, a condenação é uma "declaração de guerra de Bruxelas", enquanto o líder do partido de extrema direita espanhol Vox, Santiago Abascal, afirmou que "não conseguirão calar a voz do povo francês".
Le Pen poderá manter sua cadeira de deputada na Assembleia Nacional (câmara baixa) francesa, mas corre o risco de perder a vaga se Macron convocar eleições legislativas antecipadas, como em 2024, diante da ausência de uma maioria parlamentar.
- Plano B, de Bardella -
A execução imediata da inelegibilidade frustra a ambição presidencial de Le Pen, que perdeu em 2017 e em 2022 no segundo turno para Macron. Segundo uma pesquisa do instituto Ifop publicada no domingo, ela receberia entre 34% e 37% dos votos no primeiro turno.
Em uma demonstração da presença da extrema direita no panorama político, seu partido RN venceu as eleições europeias de junho de 2024 na França com mais de 30% dos votos e, após as legislativas francesas do mesmo ano, é o principal grupo de oposição a Macron.
"Hoje, Marine Le Pen não foi a única que foi injustamente condenada. A democracia francesa foi executada", denunciou o presidente do RN, Jordan Bardella, que aos 29 anos vira a principal alternativa presidencial do partido.
Uma pesquisa recente da Ipsos o aponta como o político que geraria mais satisfação se fosse eleito presidente em 2027. "A má notícia para eles é que (...) não poderão se livrar de Jordan", advertiu Le Pen em novembro.
L.Henrique--PC