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Reunião EUA-Rússia em Riade sobre uma trégua na Ucrânia termina sem acordo
A reunião entre representantes da Rússia e dos Estados Unidos nesta terça-feira (25) em Riade sobre a guerra na Ucrânia terminou sem um acordo de trégua e com Moscou pedindo que Washington "ordene" Kiev a alcançar um novo acordo sobre o Mar Negro.
O chefe da diplomacia russa, Serguei Lavrov, pediu nesta terça-feira "garantias claras" que "só podem ser o resultado de uma ordem de Washington" ao presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, para chegar a um acordo sobre a navegação comercial no Mar Negro.
Lavrov também pediu, segundo as agências de notícias russas, que a Rússia deixe de ser "excluída" do mercado mundial de fertilizantes e cereais.
O acordo de grãos no Mar Negro permitiu à Ucrânia exportar cereais, vitais para a alimentação mundial, de julho de 2022 a julho de 2023, apesar da presença da frota russa na zona.
Moscou se retirou do acordo após um ano, depois de acusar as potências ocidentais de não cumprirem seus compromissos de flexibilizar as sanções às exportações russas de produtos agrícolas e fertilizantes.
O tema constituiu o núcleo das negociações entre Rússia e Estados Unidos, que duraram mais de doze horas na segunda-feira sem que, aparentemente, se chegasse a um acordo.
As agências russas haviam anunciado nesse dia que Estados Unidos e Rússia publicariam uma declaração conjunta sobre o resultado de suas negociações. No entanto, o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, garantiu na terça-feira que o "conteúdo" das negociações "certamente não será tornado público".
O Kremlin adiantou que o diálogo com os Estados Unidos continuará, embora tenha destacado que não há uma data "concreta" para novas conversas.
A Rússia quer um formato de discussões mais amplo, que inclua a ONU e outros países. Segundo a agência de notícias estatal Ria Novosti, a delegação russa já deixou a Arábia Saudita.
- "Nada fácil, mas muito útil" -
A Ucrânia acusa a Rússia de atrasar as negociações para obter vantagens militares no terreno.
Um dos negociadores russos, o senador Grigori Karasin, afirmou que o diálogo com os americanos na segunda-feira foi "intenso, nada fácil, mas muito útil".
"Claro que estamos longe de resolver tudo, de concordar em todos os pontos, mas parece que este tipo de discussão é muito oportuna", afirmou Karasin, que representou Moscou junto com Serguei Beseda, um oficial da Inteligência russa.
"Vamos continuar" dialogando, "incluindo a comunidade internacional, principalmente as Nações Unidas e alguns países", acrescentou.
Nesta terça-feira, representantes da Ucrânia e dos Estados Unidos também realizaram uma nova rodada de conversas na capital saudita. Após o encontro, uma fonte da delegação ucraniana indicou que "todos os detalhes serão anunciados mais tarde".
Desde que as negociações de Washington com Moscou e Kiev começaram no domingo, os americanos não conseguiram sequer uma trégua parcial da guerra iniciada em fevereiro de 2022 com a invasão russa da Ucrânia, nem um consenso sobre uma moratória de certos bombardeios.
- Exigências russas -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cuja relação com seu homólogo russo, Vladimir Putin, abalou o cenário internacional, conseguiu, por meio da pressão, que Kiev aceitasse um cessar-fogo incondicional de 30 dias.
No entanto, Vladimir Putin, embora tenha tomado cuidado para não desconsiderar o líder americano, enumerou uma série de exigências e disse que via uma trégua limitada aos ataques contra infraestruturas energéticas.
Trump, que repetiu muitas das falsidades do Kremlin sobre a Ucrânia, demonstrou até agora tolerância com a Rússia, embora nas últimas semanas tenha levantado a possibilidade de impor novas sanções.
Vladimir Putin, cujo exército avança no terreno, não parece ter pressa em concluir um acordo, enquanto seus soldados não expulsarem as tropas ucranianas da região fronteiriça russa de Kursk.
Por enquanto, o Kremlin assegura que apenas concordou com Washington sobre uma moratória nos bombardeios contra as infraestrutura energéticas. Russos e ucranianos se acusam mutuamente de continuar atacando esses locais.
Apesar da aceleração dos esforços para alcançar um cessar-fogo, os combates continuam.
Na segunda-feira, um ataque russo feriu 101 pessoas, entre elas 23 crianças, em Sumy, no nordeste da Ucrânia, segundo as autoridades locais.
Um repórter, um cinegrafista e um motorista empregados por veículos de comunicação russos morreram no no leste da Ucrânia.
Por sua vez, o Exército russo anunciou que havia tomado duas localidades no sul e no leste do país.
Ferreira--PC