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Reino Unido pede cooperação internacional para 'eliminar redes de contrabando de pessoas'
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, pediu unidade internacional nesta segunda-feira (31) para "eliminar as redes de contrabando de pessoas de uma vez por todas", no início de uma cúpula de mais de 40 países sobre migração, em Londres.
O combate a essas gangues é uma das prioridades do governo trabalhista, que chegou ao poder em julho, após descobrir que mais de 157.000 migrantes chegaram de maneira irregular ao Reino Unido nos últimos sete anos, cruzando o Canal da Mancha, que separa as costas francesa e britânica, em pequenas embarcações.
No entanto, a ênfase colocada pelo governo trabalhista não parece produzir os resultados esperados até agora, já que outro número recorde de chegadas foi registrado durante os primeiros três meses do ano, com mais de 6.600 pessoas que realizaram a perigosa jornada.
"Só poderemos eliminar as redes de contrabando de pessoas de uma vez por todas se trabalharmos juntos, porque essas redes exploram as falhas (de cooperação) entre nossas instituições e colocam as nações umas contra as outras", disse Starmer.
A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, líder de extrema direita que participou da cúpula de Londres por videoconferência, disse que compartilha dessa prioridade com o Reino Unido.
- Tema prioritário -
Starmer e sua secretária do Interior, Yvette Cooper, recebem representantes internacionais nesta cúpula sobre uma questão prioritária para o governo trabalhista, assim como foi para seus antecessores conservadores.
As discussões se concentrarão na colaboração entre países para desmantelar as redes de contrabando de migrantes, particularmente aquelas destinadas ao Reino Unido e aos países da União Europeia.
O Ministério do Interior britânico anunciou que a reunião abordaria a infraestrutura e a documentação fraudulenta usadas por gangues criminosas.
A cúpula também analisará o funcionamento das rotas e como lidar com o recrutamento online de migrantes, com a participação de representantes das plataformas de redes sociais Meta, X e TikTok.
Entre os líderes presentes na cúpula estão o ministro do Interior francês, Bruno Retailleau, e sua homóloga alemã, Nancy Faeser, além de representantes do resto da Europa, Ásia, Oriente Médio, África e América do Norte, incluindo os Estados Unidos.
A cúpula, que acontece nestas segunda e terça-feira, reúne também representantes dos países de origem dos migrantes, como Vietnã e Iraque, assim como dos países de trânsito, como os Bálcãs europeus. Também conta com a presença das autoridades de organizações internacionais de segurança pública, como Interpol e Europol, e o chefe da Border Force, a agência responsável pelas operações de controle de fronteira no Reino Unido.
T.Vitorino--PC