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Gisèle Pelicot incluída entre as mulheres do ano da revista Time
Gisèle Pelicot, que virou um ícone feminista com o julgamento por estupro que protagonizou na França, estará entre as mulheres do ano de 2025 destacadas pela revista americana Time em sua edição de 10 de março.
O julgamento, no qual seu ex-marido Dominique Pelicot foi processado ao lado de 50 coacusados, se tornou um símbolo do debate sobre a violência machista e sexual, na França e no exterior.
Dominique Pelicot recrutou na Internet os demais homens para que estuprassem sua esposa, drogada previamente com ansiolíticos e completamente inconsciente, em sua residência na cidade de Mazan, na França.
"A escolha de Gisèle Pelicot de rejeitar um julgamento a portas fechadas, e renunciar a seu direito legal ao anonimato, a transformou em uma heroína em todo o mundo", destaca a revista americana, que a descreve como "uma mulher comum que, diante de uma tragédia pessoal, agiu de maneira extraordinária".
"Queria que todas as mulheres que foram vítimas de estupro afirmassem a si mesmas: 'A senhora Pelicot fez, nós também podemos fazer'. Não quero que se sintam mais envergonhadas. A vergonha não é nossa, é deles", explicou a francesa na abertura do julgamento no ano passado.
"Quero que meu exemplo sirva para as demais", acrescentou.
Após mais de três meses de processo, Dominique Pelicot foi condenado a 20 anos de prisão. Os 50 coacusados, a maioria deles declarados culpados de estupro, com idades entre 27 e 74 anos, foram condenados a penas que vão de três anos de prisão, duas delas com suspensão condicional, até 15 anos, para um homem que estuprou Gisèle Pelicot seis vezes.
No segundo semestre de 2025 acontecerá na cidade de Nimes um novo julgamento para os 13 homens que apresentaram recursos contra as sentenças, desta vez com um júri popular.
A Time selecionou Gisèle Pelicot ao lado de outras 12 mulheres, incluindo a atriz Nicole Kidman, duas atletas de alto nível, a ginasta Jordan Chiles e a jogadora de basquete A'ja Wilson, que aparecerá na capa da edição, e Amanda Zurawski, vítima de conduta inadequada após um aborto no Texas, um dos estados americanos onde o direito ao aborto enfrenta graves restrições.
A.Aguiar--PC